Vivemos conectados. Rolamos timelines, damos likes, subimos stories, reagimos com indignação e criamos versões de nós mesmos que talvez só existam online. Mas..
Paris, 1853. Salões aristocráticos, cafés elegantes e sessões noturnas onde cadeiras flutuavam, mesas giravam e perguntas recebiam respostas do além. O fenômeno das..